Injustiças não constroem futuros



Antes de ler meus comentários, por favor leiam a reportagem mais abaixo e vejam se estou ou não com a razão.


É verdade, estamos nos fins dos tempos! Pensei por alguns instantes para encontrar as palavras certas que pudesse expressar o sentimento que me invadiu ao ler esta matéria, mas a situação é tão inusitada que senti uma mistura de indignação, perplexidade, risos, impotência, desproteção e falência dos direitos humanos do cidadão (cidadania); pois os dos bandidos vão de vento em popa. É impressionante o quanto a inversão dos valores tem crescido em nosso meio, a sensação que temos às vezes é de que não vale a pena ser correto! Ser um cidadão hoje parece ser algo à margem da justiça; Embora lutamos, derramamos suor e por muitas vezes nos privamos da convivência dos nossos entes queridos no cumprimento do dever de cidadão e provedor da nossa familia, temos que nos submeter pacificamente às ações de bandidos que vivem folgadamente espreitando oportunidades do ganho fácil, colocando em risco a vida de pessoas, além de gozar da proteção do Estado e de doutores das leis, que supostamente foram criadas para defesa do cidadão, que usam suas profissões de forma deturpada e oportunista, quando querem defender com as leis àqueles que dela abriram mão quando na prática do ilícito.

É impressionante também a passividadde da população que vêem tantos abusos acontecerem e não desencadeiam nenhum protesto, não se manifestam na defesa dos direitos que as próprias leis lhes constituem e que permitem a perda da vida de muitos ou até mesmo das suas próprias, enquanto seus opressores riem abertamente, com ajuda das leis falhas e ultrapassadas que perduram em nosso país.

Precisamos de maior severidade na punição do crimes, pois do jeito que está é um estímulo aos bandidos a continuarem na vida criminosa certos de que serão beneficiados pala brandura e deficiências das leis. Não é possível nos preocuparmos em amenizar as penalidades a serem aplicadas aos malfeitores e nos mantermos calados, de mãos atadas e permissivos às injustiças que são cometidas diariamente.

Precisamos dar um basta nessa situação. Entendemos que seja muito difícil ser 100% acertivos, naõ se pode fazer um omelete sem quebrar os ovos e ter certeza que todos eles estejam bons, mas alguma coisa tem que ser feita. Se voltarmos na história muitos tiveram que ser sacrificados para que outros tivessem paz, liberdade e até mesmo direitos; faz parte do desenvolvimento. A preocupação em garantir direitos humanos aos criminosos é uma afronta ao cidadão de bem que tem seus direitos cerceados, isso quando os criminosos os deixam vivos.

Estamos preocupados demais com a reforma ortográfica, com as questões ambientais (Meio Ambiente), com a ajuda à outros países e até entrar para história como "empretador" de dinheiro ao FMI; acho pertinente a preocupação com meio ambiente, fútil a reforma ortográfica, incoerente a solidariedade à outros países e o empréstimo ao FMI; mas me incomoda pensar que tantos movimentos venham camuflar o desinteresse pela segurança púlblica, pela sáude púlblica, pela reforma do judiciário e pelo combate, se é que seja possível, à corrupção. Não adianta prepararmos um país para o futuro com sacrifício de muitas vidas, onde sua população será de bandidos e malfeitores. É uma tremenda incoerência.

Acorda Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Júnior Brito

(esbjr@hotmail.com)



AÇÃO JUDICIAL PROMOVIDA POR BANDIDO

Quando advogado quer ridicularizar a classe é só fazer isso que esta abaixo .
É um verdadeiro palhaço de circo
AÇÃO JUDICIAL PROMOVIDA POR BANDIDO
Esta é lascar o bacamarte.
O QUE SE TEMIA:
QUEREM LEGALIZAR O ROUBO...
LADRÃO PROCESSA VÍTIMA POR LESÕES CORPORAIS.
Juiz considera 'uma afronta ao Judiciário' ação que assaltante moveu
contra comerciante dono de padaria, por ter levado surra ao tentar
roubar estabelecimento em Belo Horizonte.
Uma ação em tramitação no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, leva às
últimas conseqüências a máxima segundo a qual a Justiça é para todos -
todos mesmo.
O pedido de um assaltante, preso em flagrante e que decidiu processar
a vítima por ter reagido durante o assalto, provocou surpresa até
mesmo nos meios jurídicos e foi classificado como uma "aberração" pelo
juiz Jayme Silvestre Corrêa Camargo, da 2ª Vara Criminal, que
suspendeu a ação. Não satisfeito, o advogado do ladrão, José Luiz
Oliva Silveira Campos, anuncia que vai além da queixa-crime,
apresentada por lesões corporais: pretende processar, por danos
morais, o comerciante assaltado.
O motivo: seu cliente teria sido humilhado durante o roubo.
Wanderson Rodrigues de Freitas, de 22 anos, se sentiu injustiçado e
humilhado porque apanhou do dono da padaria que tentava assaltar. O
crime ocorreu no mês passado, na Avenida General Olímpio Mourão Filho,
no Bairro Planalto, Região Norte de BH.
Por volta das 14h30 de uma terça-feira, Wanderson chegou ao
estabelecimento e anunciou o assalto. Ele rendeu a funcionária, irmã
do proprietário, que estava no caixa. Conseguiu pegar R$ 45.
No entanto, quando ia fugir, foi surpreendido pelo dono da padaria, um
comerciante de 32 anos, que prefere ter a identidade preservada.
"Estava chegando, quando vi minha irmã com as mãos para o alto. Já fui
roubado mais de 10 vezes nos sete anos que tenho meu comércio.
Quatro dias antes de esse ladrão aparecer, tinha sido assaltado. Não
pensei duas vezes e parti para cima dele. Caímos da escada e, quando
outras pessoas perceberam o que estava acontecendo, todos começaram a
bater nele também.
Muitos reconheceram o ladrão como autor de outros assaltos da região",
conta o comerciante.
Ele diz ainda que, para render a irmã, Wanderson escondeu um pedaço
de madeira debaixo da blusa, fingindo ter uma arma.
"Pensei que fosse um revólver. Quando a vi com as mãos para o alto,
arrisquei minha vida e a dela. Mas estava revoltado com tantos crimes
e quis defender meu patrimônio. Trabalhei 20 anos para conseguir
comprar esta padaria. Nada foi fácil para mim e nunca precisei roubar
para viver. Na confusão, chamamos a polícia e ele foi preso em
flagrante por tentativa de assalto "á mão armada", conta.
O comerciante acha absurda a atitude do advogado. "O que me deixa
indignado é como um profissional aceita uma causas dessas sem pensar
no bem ou no mal que pode causar a sociedade. Chega a ser ridículo",
critica.
Quem parece compartilhar da opinião da vítima é o juiz Jayme Silvestre
Corrêa Camargo. Em sua decisão, ele considerou o fato de um assaltante
apresentar uma queixa-crime, alegando ser vítima de lesão corporal,
uma afronta ao Judiciário. O magistrado rejeitou o procedimento, por
considerar que o proprietário da padaria agiu em legítima defesa.
 Além disso, observou que não houve nenhum excesso por parte da vítima.
O magistrado avaliou que o homem teria apenas buscado garantir a
integridade física de sua funcionária e, por extensão, seu próprio
patrimônio.
"Após longos anos no exercício da magistratura, talvez este seja o
caso de maior aberração postulatória. A pretensão do indivíduo,
criminoso confesso, apresenta-se como um indubitável deboche", afirmou
o juiz. Da decisão de primeira instância cabe recurso.
Com 31 anos de carreira, o advogado do assaltante, José Luiz Oliva
 Silveira Campos, está confiante no andamento do processo.
Ele alega que o cliente sofreu lesão corporal e se sentiu insultado e
rebaixado por ter levado uma sova. "A ninguém é dado o direito de
fazer justiça com as próprias mãos. Wanderson levou uma surra. Ele foi
humilhado e, por isso, além dos autos em andamento, vou processar o
comerciante por danos morais", afirma.
Ele conta que há 31 dias Wanderson está atrás das grades, no Ceresp da
Gameleira, pelo crime cometido no Planalto.
Além de justificar a ação, ele desfia um rosário de teorias. "Não vejo
nada de ridículo nisso. Os envolvidos estouraram o nariz do meu
cliente e ele só vai consertar com uma plástica.
Em vez de bater nele, o dono da padaria poderia ter imobilizado Wanderson.
Para que serve a polícia? Um erro não justifica o outro. Ele assaltou,
sim. Mas não precisava ter sido surrado", afirma
O advogado acrescenta que sua tese é a de que Wanderson não estava
armado, mas "apenas com um pedaço de madeira de 20 centímetros".
Ele também culpa o governo pelo assalto praticado pelo cliente. "O
problema mora na segurança pública. Há câmeras do Olho Vivo pela
cidade. Por que o poder público não coloca nas padarias também? Temos
que correr atrás de nossos direitos e Wanderson
está fazendo isso.
Meu cliente precisa ser ressarcido", diz o advogado.
É... Tem Advogado e tem adevogado!!!